Recent Posts

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

CAP entre as maiores empresas do sul do Brasil


O Clube Atlético Paranaense atingiu mais uma importante marca que foi divulgada na semana que passou: a presença de seu nome na lista das 500 maiores empresas do sul do Brasil.


Em pesquisa realizada pela Revista Amanhã, uma das mais importantes e respeitadas publicações de seu gênero - negócios, gestão empresarial e economia - o Atlético foi avaliado pelos seus números e indicadores específicos, ficando em 351º lugar entre todas as empresas avaliadas; dentre os clubes de futebol, foi o mais bem colocado, ficando à frente dos clubes gaúchos, Internacional e Grêmio que ocuparam, respectivamente, as posições de 384º e 455º. Nenhum outro clube paranaense apareceu na relação.
O grande diferencial do Atlético é em relação ao seu patrimônio líquido, cerca de dez vezes superior ao dos adversários destacados pela pesquisa, totalizando R$ 125 milhões.

E não é somente isso. A profissionalização da gestão dos clubes de futebol, que deixou de ser uma tendência para se transformar em realidade, como bem destacou a referida publicação, traz uma perspectiva interessante para os próximos anos, em particular para o Atlético, uma vez que a questão da rentabilidade - um dos indicadores que compõem a referida análise para fins de classificação no ranking - tende a sofrer sensíveis melhoras na medida em que a política financeira adotada pela atual Diretoria, pautada em restrição momentânea de gastos até a obtenção de novas fontes de receita, sem dúvidas trará efeitos a serem observados nas demonstrações financeiras do Clube.

Aliado a isso, os investimentos permanentes no patrimônio, a exemplo das arquibancadas recentemente inauguradas e já ocupadas em sua plenitude pelos sócios do Clube, bem como a perspectiva cada vez mais presente de ampliação da capacidade da Arena para 41 mil lugares, farão com que o Atlético seja cada vez mais um exemplo a ser seguido no cenário do futebol.

"Desta forma nosso Clube obtém mais uma vez de uma fonte independente, um aval quanto as suas políticas de gestão, notadamente na área financeira", comentou Enio Fornea, membro do Conselho de Administração do Clube e primeiro vice-presidente, ao tomar conhecimento da posição de destaque obtida pelo Atlético.

Fonte: www.atleticoparanaense.com

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Duet reúne clientes na HP do Brasil



No último dia 8 de outubro, o Grupo Duet reuniu um seleto grupo de clientes no Discovery Center da HP do Brasil, em São Paulo. O evento, fruto da parceria entre a Duet Tech - empresa de tecnologia da informação do Grupo - e a HP do Brasil, teve como objetivo apresentar a filosofia de serviços do Grupo Duet e  proporcionar aos clientes o contato direto com as novas Workstations HP.

As Workstations HP são poderosos equipamentos que permitem que um grande número de aplicações complexas trabalhem, ao mesmo tempo, sem a perda de produtividade e a lentidão dos desktop comuns. Indicadas para empresas de engenharia, escritórios de arquitetura e design gráfico, produtoras de filmes, agências de publicidade, entre outros segmentos, as Workstations HP são o novo sonho de consumo de quem não quer perder tempo com problemas de performance. Para saber mais sobre esses equipamentos, acesse: http://www.duetech.com.br/


A gerente de produtos da HP, Juliana Nigro, o especialista em Workstation, Edson Almeida e o consultor técnico Marcio Ishikawa apresentaram cada um dos equipamentos da linha, em detalhes, e os clientes da Duet tiveram a oportunidade de usufruir de todo o conhecimento desses profissionais altamente qualificados, inclusive com uma breve sessão hands on .


Estiveram presentes no evento: Nei Takashi, gerente de infraestrutura de TI da Altran Brasil; José Rinaldo da Nóbrega, diretor da Ngcom; Homero Arce, gerente de TI da MZ Filmes; Fernando Silva e Eduardo Martin, da Ricardo Julião Arquitetura; Paulo César Ceglia, diretor da 442 empresa paulista de marketing esportivo; e Marcelo Piúma, superintendente administrativo e de TI da Intertechne Consultores Associados.

Confira o making off do novo comercial do Atlético Paranaense - parte 1 de 4

O Clube Atlético Paranaense lançará seu novo comercial ainda nesta semana. O making off está dividido em quatro partes. Confira a primeira:





Criação e roteiro: JWT Curitiba
Aprovação: Duet Marketing/ Nelson Fanaya Filho
Direção do filme: Lelo Penha

Duet participa do debate da MaxiMidia SAT


Cristian Toledo, Roberto Pinto, Nelson Fanaya e Glaucio Lichoveski no debate MaxiMidia SAT


Na última terça-feira, Nelson Fanaya Filho, diretor executivo da Duet Marketing e coordenador geral de Marketing do Atlético Paranaense, representou o clube no MaxiMídia 2009, promovido pelo Grupo Meio & Mensagem. A Rede Independência de Comunicação (RIC) transmitiu com exclusividade o MaxiMídia SAT, com a transmissão de todos os seminários e palestras para os profissionais de mídia e agências do Paraná. Fanaya participou do debate que teve como tema: 'Não chute, planeje seu ataque e garanta um gol de placa'.

Participaram também o gerente de Marketing do Coritiba, Roberto Pinto, o jornalista esportivo Cristian Toledo e o gerente de Marketing e Midia do Shop Express, Glaucio Lichoveski.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Nelson Fanaya Filho participa do "Encontro de Craques" na BandSports

Fonte: site CAP

Na última terça-feira, Nelson Fanaya Filho, da coordenação geral de Marketing do Atlético Paranaense e diretor da Duet Marketing, representou o Furacão no programa "Encontro de Craques", do canal fechado BandSports. Fanaya Filho participou pela segunda vez do programa e aprovou o encontro. "Foi um programa muito produtivo, onde todos nós conversamos, respondemos perguntas e debatemos vários pontos de cada clube. E o que me deixou muito satisfeito, foi ver que o Atlético Paranaense é uma referência em marketing esportivo", disse Fanaya.

Ficaram ao lado de Fanaya, os vice-presidentes de Marketing do São Paulo, Palmeiras e Corinthians, Adalberto Baptista, Rogério Dezembro e Luís Paulo Rosemberg, respectivamente, e José Carlos Peres, superintendente do Santos.



Peres, Rosemberg, Dezembro, Fanaya Filho, Baptista e Beetto Saad
Foto: Programa Encontro de Craques

A platéia estava cheia de líderes corporativos e representantes das principais agências de publicidade do Brasil, que puderam interagir com os convidados e enriquecer o programa.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

INTERCOM Curitiba 2009 - Comunicação, Educação e Cultura na Era Digital

Em 2009, Curitiba é a sede do XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, promovido pela INTERCOM.
Para aqueles que não estão familiarizados com o universo acadêmico da comunicação, uma breve explicação: a INTERCOM é a Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação. A instituição, sem fins lucrativos, participa também da rede nacional de sociedades científicas (capitaneada pela SPBC – Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) e está integrada às redes internacionais de ciências da comunicação como a ALAIC - Asociación Latinoamericana de Investigadores de la Comunicación, a IAMCR - International Association for Mass Communication Research, IFCA - International Federation of Mass Communication Associations e a Lusocom - Federação Lusófona de Ciências da Comunicação.
O tema deste ano, Comunicação, Educação e Cultura na Era Digital, suscita o debate acerca dos impactos e transformações nos modelos existentes de se pensar e fazer comunicação. Como profissional de comunicação, não poderia deixar de ir conferir, ao vivo e a cores, o que se passou nesses três dias de congresso.
A começar pela análise dos Grupos e Núcleos de pesquisa existentes atualmente e as temáticas por eles abordadas, tenho que dizer que se precisa ampliar e refinar a lista. São apenas oito divisões temáticas com variados números de sub-temas cada uma, porém, longe de serem suficientes para tratar das infinitas interfaces que podem se estabelecer no campo da comunicação. Contudo, em se tratando de uma área que sempre teve dificuldades em se delimitar, dada a sua natureza inter, multi e transdisciplinar, não chega a ser um espanto que tantas possibilidades tenham sido deixadas de lado.
Fica clara a opção da comissão organizadora do congresso, apesar do contemporâneo e desafiador tema proposto para este ano, pelas opções conhecidas e seguras, tais como: gêneros jornalísticos, história do jornalismo, teoria do jornalismo, publicidade e propaganda, fotografia, rádio e mídia sonora, relações públicas, produção editorial, cidadania, desenvolvimento regional e local, entre outros. Nada contra o tradicional, o já conhecido, muito pelo contrário: acredito que tem-se sempre que partir do conhecido para se tentar vôos mais arriscados; porém, o que preocupa não são as áreas temáticas em si, mas a seleção dos trabalhos para o congresso.
Pelo que me consta, um congresso serve justamente para se ter contato com o que há de mais novo, interessante e, por que não, arriscado, no que tange as pesquisas acerca de uma determinada área do conhecimento. Conceitos ligados à comunicação de massa atrelados à alienação política decorrente da televisão, à exclusão social, à perda da cidadania, à manutenção do poder, etc., repetidos à exaustão em apresentações, mesas-redondas, artigos e ensaios não têm nada de novo e interessante. É mais do mesmo, há mais de vinte anos!
Tudo bem que para quem é da área não é novidade que o desenvolvimento da comunicação, no Brasil, seguindo uma tendência Latino-Americana, se deu principalmente em torno da chamada Comunicação Social, em detrimento quase total da Comunicação Científica, relacionada aos aspectos mais áridos da ciência da informação. Mas, espera lá, é muito chato ficar assistindo a tantas manifestações pseudo-políticas quando, na verdade, deveria-se estar tendo contato com a nata do pensamento científico nacional.
No grupo de publicidade e propaganda (área sempre considerada a mais 'moderninha' e ousada da comunicação), o trabalho mais avant-garde apresentado tratava de comunicação integrada de marketing. Ora, as discussões acerca desse assunto já estão caindo de maduras no 'mundo real' do fazer da comunicação há pelo menos uma década. O que mais me espantou foi o fato do coordenador dos trabalhos exaltar a novidade do tema (?!). Ah, também vi a apresentação da análise da campanha 'Mamíferos', que, pelo amor de Deus, sem desconsiderar a importância do trabalho da DM9 para a Parmalat é mais antigo que Derci Gonçalves virgem, como diria um amigo meu.
Deixando um pouco de lado a minha faceta mais crítica, reconheço que a comunicação é uma área do conhecimento intimamente ligada ao fazer, à prática e ao exercício. Trata-se quase sempre de um 'pensar póstumo', e não o contrário, que pressuporia a tríade investigar - provar - conceituar, tão cara às ciências exatas e biomédicas. Portanto, tem-se que dar um desconto à academia por estar marcada por um certo atraso em relação ao mercado (note bem o que digo: um certo atraso, apenas). Contudo, não convém a esse mesmo mercado poder contar tão pouco com o material humano que sai das nossas universidades.
Falta de estrutura, aparelhamento ideológico, professores sofríveis, atraso tecnológico, pesquisas de relevância zero, entre outras mazelas sempre caracterizaram nossas universidades. Isso também não é novo. No mercado, colhemos, há anos, os resultados nefastos dessas combinações.
Concluo que, a INTERCOM, como instituição representativa do pensamento da comunicação, deveria se repensar urgentemente para que possa tornar-se realmente relevante para o país.